14.11.13

O OBSERVADOR EM MONTES CLAROS






Quando cheguei em Montes Claros, Tom me acolheu satisfeito. Não podia chover, nem fazer calor, por causa do acabamento do pequeno salão do Paulo de Tarso. A chuva fica competindo com a voz do expositor, e o calor fica convidando as pessoas para sair.

Eram três tarefas, um simpósio sobre passes pela manhã, uma palestra sobre o atendimento aos espíritos desencarnados à noite e o autógrafo dos livros que os participantes adquirissem, da livraria da associação.

Cheio de amigos no meio do público, as duas primeiras tarefas foram fáceis e prazerosas. 




A última tarefa foi sendo cumprida aos poucos, antes e depois das exposições, para interessados de todas as idades...


e gêneros..


Os livros da LIHPE, especialmente "O Espiritismo na Atualidade", esgotaram-se. Ainda sobraram uns poucos Voluntários (que já se esgotaram na editora) e Casos e Descasos. A livraria ficou apenas com um exemplar de O Observador,


O depoimento espiritual que deu origem ao título do livro foi lido para todos por uma gentil voluntária. Ainda não consigo ler sem emocionar...

Ao final da exposição da noite, pessoas de branco começaram a recitar poemas sobre a morte retirados do livro Tão Fácil, psicografado por Chico Xavier. Ninguém sabia quantos seriam, e de onde sairiam. Pessoas de todas as idades, das diversas classes sociais, de todos os gêneros, iam aos poucos declamando os versos recebidos pelo Chico de autores diversos. Tão fácil, tão belo!



A visita foi memorável, fruto da disciplina, da inteligência, do voluntariado, do afeto entre as pessoas. O centro é pequenino, o amor não.

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